
Nova geração do Honda WR-V chega por preço inicial de R$ 144,9 mil

O Honda WR-V retorna ao mercado após 4 anos com novo visual e tecnologias semiautônomas. A nova geração chega em duas versões: EX, por R$ 144,9 mil, e EXL, por R$ 149,9 mil. A pré-venda será aberta em 17 de outubro, enquanto a comercialização regular terá início em 12 de novembro.
A primeira geração do WR-V foi lançada em 2017 e saiu de linha em dezembro de 2021, juntamente com o irmão Fit, que o modelo utilizava como base. O novo carro é produzido na fábrica de Itirapina (SP), com motor montado na unidade de Sumaré, (SP) — ambas abastecidas com a energia elétrica gerada pelo parque eólico Honda Energy em Xangri-Lá (RS).
O design traz linhas retas, com destaque para o capô plano e alongado e para a traseira alta, conectando as lanternas bipartidas. O conjunto óptico dianteiro tem design afilado e tecnologia LED. As luzes de posição e de freio cumprem a função de assinatura luminosa, em LED. As rodas em liga-leve aro 17” são calçadas com pneus 215/55 nas duas versões.
O visual da cabine segue o mesmo conceito da carroceria, valorizando linhas retas e elementos que destacam a horizontalidade. O painel de instrumentos TFT de 7”, as molduras das maçanetas, os difusores de ar e o contorno do painel central abaixo da central multimídia touchscreen de 10” são os principais pontos criados a partir de linhas retas. Materiais suaves ao toque estão presentes nas duas versões, garante a Honda. Os bancos com sistema de estabilização corporal foram projetados para oferecer bom apoio.
Além do painel com tela TFT de 7” HD colorida, que oferece informações completas ao motorista, e da central multimídia touchscreen de 10” com sistema de infotenimento de última geração, o WR-V 2026 na versão EXL conta com o myHonda Connect. Entre as funcionalidades destacam-se: consulta ao status do veículo, acionamento remoto do motor e do ar-condicionado, localização do carro com suporte de mapa, recebimento de alertas, agendamento de revisões.
Segurança e conectividade

Ambas as versões do WR-V 2026 têm como equipamento de série o Honda Sensing, sistema de tecnologias de segurança e assistência ao motorista baseado nas imagens captadas por uma câmera de longo alcance e de visão grande angular (cerca de 100º) instalada no topo do para-brisa. O pacote traz as seguintes funções:
- ACC (Controle de cruzeiro adaptativo): permite manter distância segura em relação ao veículo à frente;
- CMBS – Sistema de frenagem para mitigação de colisão: frenagem ao detectar eventual colisão frontal. Identifica pedestres e veículos (inclusive bicicletas e motocicletas);
- LKAS – Sistema de assistência de permanência em faixa: ajusta a direção para permanência do veículo centralizado nas faixas de rodagem;
- RDM – Sistema para mitigação de evasão de pista: ajusta a direção ao detectar eventual saída de pista;
- AHB – Ajuste automático de farol: comutação automática dos fachos baixo e alto dos faróis.
6 air bags de série
Além do Honda Sensing em todas as versões, o WR-V ainda dispõe dos seguintes dispositivos de segurança:
- 6 air bags (frontais, laterais e do tipo cortina)
- assistente de estabilidade e tração (VSA)
- assistente de partida em rampa (HSA)
- acionamento de luzes de emergência em frenagens severas (ESS)
- Isofix e Top Tether (fixação de assentos infantis)
- câmera de ré multivisão
- sensores de estacionamento
Dimensões

A segunda geração do WR-V tem 4,32 m de comprimento, 2,65 m de entre-eixos, 1,79 m de largura e 1,65 m de altura. O porta-malas, com 458 litros com bancos em posição normal de uso, pode chegar a 1.466 litros com o rebatimento dos encostos. No tanque, cabem 44 litros de combustível. Versão EX pesa 1.273 kg e, EXL, 1.278 kg.
Motor 1.5 com injeção direta rende 126 cv

Em ambas as versões, o WR-V é equipado com o motor 1.5 litro 16V de 4 cilindros em linha aspirado, dotado do sistema i-VTEC, que permite a variação da amplitude e da duração da abertura das válvulas de admissão, otimizando o desempenho em diferentes regimes de rotação. Há ainda o VTC (variable timing control), sistema operado hidraulicamente que controla a sincronização (avanço ou retardo) do comando de admissão. Atuando juntos, I-VTEC e VTC priorizam consumo e emissões em baixas rotações e o desempenho em giros elevados.
Com cabeçote, bloco e cárter de alumínio, o motor é dotado de injeção direta de combustível, o motor 1.5 DI i-VTEC tem potência máxima de 126 cv a 6.200 rpm, tanto com etanol como gasolina. O torque máximo é de 15,8 kgfm a 4.600 rpm (etanol) e 15,5 kgfm a 4.600 rpm (gasolina). De acordo com o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), o modelo tem consumo urbano/rodoviário de 8,2 km/l e 8,9 km/l (com etanol) e, respectivamente, de 12 km/l e 12,8 km/l (com gasolina).
A transmissão automática CVT (Continuously Variable Transmission) traz paddle shifts situados no volante, pelos quais é possível selecionar 7 marchas simuladas. Quando o acelerador é levado ao fundo (kick-down), a função Step Shift é ativada, fazendo com que a central de gerenciamento eletrônico do câmbio CVT opere as trocas de marchas, entregando ao piloto uma sensação de maior esportividade.
Há ainda o sistema EDDB, de Early Down-Shift During Braking. Em um trecho de descida de Serra, por exemplo, é normal que, com o câmbio em drive, a velocidade vá aumentando por conta da inclinação. Quando o EDDB detecta que o motorista está freando para conter esse aumento de velocidade, o CVT assume uma relação que resulta em uma aplicação de freio-motor, aumentando a segurança sem afetar o consumo de combustível.
Alta rigidez estrutural

O WR-V utiliza uma carroceria inédita, projetada com elevada rigidez estrutural, proporcionando maior estabilidade e proteção aos ocupantes. Na área aberta da carroceria que recebe a tampa do porta-malas, por exemplo, a estrutura tem a função de direcionar a energia de um eventual impacto na traseira para zonas de absorção, protegendo os passageiros acomodados no banco traseiro.
Outro destaque é o desempenho no quesito NVH (Noise, Vibration and Harshness), que busca a redução de ruídos, vibrações e asperezas. Pontos estratégicos da carroceria recebem materiais isolantes e vedantes, enquanto o conjunto motor-transmissão incorpora elementos que minimizam vibrações e ruídos.

As suspensões — dianteira MacPherson e traseira por eixo de torção — foram ajustadas para atender às condições de uso no Brasil, equilibrando conforto e estabilidade, revela a Honda. O vão livre elevado, de 22,3 cm, e a distância entre-eixos de 2,65 m facilitam na hora de trafegar por vias irregulares. O sistema de direção é o EPS (Electric Power Steering) e o diâmetro de giro é reduzido, com 10,4 m.
Garantia de 6 anos
O modelo estreia a garantia total de 6 anos, sem limite de quilometragem nem itens excluídos de cobertura – a não ser, obviamente, aqueles de desgaste natural.
As cores disponíveis para a linha 2026 são o branco Tafetá (sólida), prata Platinum, azul Cósmico e cinza Basalto (metálicas), branco Topázio, preto Cristal e azul Aurora (perolizadas).
Versões e equipamentos:
WR-V EX: 144,9 mil
Traz, de série,faróis Full LED, botão de partida (Start/Stop Engine), rodas em liga-leve aro 17”, ar-condicionado digital com ajuste automático de temperatura na dianteira e dupla saída na traseira, espelhos retrovisores rebatíveis eletricamente, Smart Entry, central multimídia 10” touchscreen com Android Auto e Apple Car Play sem-fio, painel digital TFT de alta resolução de 7”, banco traseiro bipartido 60/40, 6 air bags, Honda Sensing, antena tipo tubarão, câmera de ré multivisão e sensores de estacionamento traseiros.
WR-V EXL: R$ 149,9 mil
Adiciona barras longitudinais no teto, faróis de neblina em LED, bancos e volante revestidos em couro, carregador por indução, apoio de braço central com porta-copos no banco traseiro.
